Choro sozinho
Eu que chorava alto
No trem, no último vagão
Eu que soluçava em prantos
Entrando e saindo da estação
Eu que cantava seus ritmos
Agora corro na contra-mão
Eu que sofria com as canções
Hoje imploro por seu refrão
Rimas pobres
Domingos vazios
Coração anda enganado
Superando desafios
Eu que choro baixinho
Tentando me curar
Em busca do nosso ninho
Fria rotina hei de superar
Eu que sofro sozinho
Coração insiste em lembrar
Esperança, saudade e carinho
Borracha do tempo há de apagar...

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